



O resultado: diagnósticos confiáveis, redução de custos e mais segurança operacional.
Nossa abordagem integra quatro frentes principais:
Anomalias do metal – detecção de regiões com alta concentração de tensão.
Resistividade do solo – análise da influência do solo na corrosão.
Proteção catódica – avaliação completa da eficácia do sistema de proteção.
Tecnologias empregadas
Inspeção do Revestimento (PCM)
O equipamento PCM utiliza o método de atenuação de corrente.
Um transmissor injeta corrente na tubulação, simulando o comportamento elétrico do retificador.
Um receptor portátil, aliado ao arco A-Frame, localiza falhas no revestimento com alta precisão.
Permite mapear pontos de perda de revestimento que podem gerar corrosão e comprometer a integridade do ativo.
Anomalias do Metal (LSM – Large Stand-Off Magnetometry)
Mede o campo magnético natural da tubulação.
Variações indicam regiões com alta concentração de tensão, como trincas, amassamentos ou corrosões.
É um método qualitativo, que aponta a área crítica para inspeções complementares.
Resistividade do Solo
Avaliação feita com terrômetro de quatro eletrodos.
Solos de baixa resistividade aceleram a corrosão; solos de alta resistividade reduzem sua taxa.
Permite correlacionar o ambiente com o desempenho da proteção catódica.
Sistema de Proteção Catódica
Verificação do funcionamento dos retificadores.
Medições Tubo-Solo em PTEs com eletrodo de referência.
Identificação de pontos de proteção, sem proteção ou superproteção (causando descolamento do revestimento).
Uso de chave sincronizadora para medições On-Off, garantindo maior precisão na análise.
Todos os dados são organizados e correlacionados para tomada de decisão.
Essa ferramenta orienta o cliente sobre:
Quais falhas são mais críticas;
Onde intervir primeiro;
Como planejar aberturas de vala de forma otimizada.
Assim, entregamos um plano de ação claro, objetivo e econômico, que aumenta a segurança operacional e reduz custos de manutenção.
Metodo não intrusivo, não necessita a parada de operação da tubulação.
Precisão técnica aliada a relatórios de fácil interpretação.
Priorização das falhas para tomada de decisão mais assertiva.
Redução de custos com manutenção corretiva.
Maior segurança e confiabilidade dos ativos.